Zoloé et ses deux acolytes; ou, Quelques décades de la vie de trois jolies femmes

dc.contributor.author Sade, Marquis de
dc.date.accessioned 2013-11-08T19:43:24Z
dc.date.available 2013-11-08T19:43:24Z
dc.date.issued 1922
dc.description.abstract O Marquês de Sade (1740-1814) foi um aristocrata, filósofo e escritor francês que se tornou notório pelo caráter erótico de seus escritos. Nascido em uma família nobre – a família Sade, uma das mais tradicionais da Provença -, seu pai era um diplomata da corte de Luís XIV. No entanto, já na infância, este abandona sua mãe, que se refugiou em um convento. Desse modo, Sade foi criado por servos, que procuravam compensar a ausência dos pais enchendo de elogios cada um de seus caprichos. Após um incidente ocorrido quando tinha por volta de 4 anos, em que agride severamente o Príncipe da França, Sade é entregue aos cuidados do tio, um abade da Igreja, e passou a viver no sul do país. Seu temperamento rebelde, já conhecido por todos desde essa época, ganharia ainda mais força quando, aos 6 anos, seu tio o apresenta ao mundo da libertinagem. Alguns anos mais tarde, de volta a Paris para estudar no Lycée Louis-le-Grand, Sade continuaria dando mostras de sua rebeldia de garoto mimado: seu mau comportamento na escola lhe rendeu severas punições corporais, fato que marcaria para sempre sua vida e, consequentemente, suas produções, sendo apontado por diversos estudiosos como um dos principais fatores que contribuíram para a sua obsessão pela crueldade sexual e pela violência. Sua vida foi regada de festas e orgias intermináveis, tal qual representava nos seus livros. Apesar dos diversos escândalos suscitados por seu estilo de vida e por suas obras, cujo conteúdo retratava cenas eróticas em que suas personagens lançavam mão de violência como fonte de prazer sexual – fato que deu origem aos termos sadismo e sadomasoquismo -, Sade ainda conviveu por muito tempo em meio à corte, até ser exilado na Itália, momento em que produziu duas de suas obras mais célebres: Justine e 120 journées de Sodome. Seus últimos anos foram vividos no sanatório de Charenton. A presente obra, Zoloé et ses deux acolytes, gera, ainda hoje, grande discussão acerca de sua autoria. Alguns especialistas na obra de Sade, baseando-se no estilo de escrita do autor, afirmam que ele não seria o criador da obra. Ainda assim, a autoria do romance é frequentemente atribuída a ele. O romance conta a história de três belas mulheres – Zoloé, Lauréda e Volsange – que convidam três homens – o religioso franciscano Pacôme, o maníaco sexual Parmesan e o deputado Fessinot - para irem a uma espécie de templo dedicado ao prazer. Neste refinado romance libertino, no qual Bonaparte aparece sob o nome de Orserc, suas personagens são envolvidas em uma espécie de culto ao prazer. Especula-se que a obra se configura, ainda, como uma paródia das relações amorosas entre Napoleão Bonaparte e sua esposa Josephine, por ter o imperador recusado a colocá-lo novamente em liberdade. pt_BR
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dc.identifier.uri http://bibdig.biblioteca.unesp.br/handle/10/6640
dc.language Francês pt_BR
dc.language.iso fr
dc.publisher Bibliothèque des Curieux fr
dc.publisher.place Paris, França pt_BR
dc.relation.ispartofseries Le Coffret du bibliophile fr
dc.subject Literatura francesa - Século XIX pt_BR
dc.title Zoloé et ses deux acolytes; ou, Quelques décades de la vie de trois jolies femmes pt_BR
dc.type Livro pt_BR
dcterms.provenance UNESP, Centro de Documentação e Memória (CEDEM) pt_BR
unesp.especialistaArea Andressa
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